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[do]officio

enquanto trabalho


Quinta-feira, 15.02.18

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Há grandes vantages no silêncio. Há grandes vantagens na humildade. Há grandes vantagens na gratidão.

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por JNobre

Quinta-feira, 15.02.18

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Eu sou aquele-que-aprende (I'm a learner). Estou grato por quantas oportunidades me são dadas para aprender: para tentar, para experimentar, para errar, para falhar, para aprender. Para ser bem sucedido.

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por JNobre

Terça-feira, 19.12.17

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"Embrace uncertainty. Some of the most beautiful chapters in our lives won't have a title until much later." Bob Goff, via Twitter

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por JNobre

Quinta-feira, 14.12.17

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Quinta-feira, 14 de dezembro de 2017.

Acordo sob o manto da tristeza. Jamais compreenderei estas dinâmicas de humor. Ontem, após uma manhã em que, para me proteger, desliguei os telefones, senti-me bem como que a "controlar" os acontecimentos, os discursos, usando de resiliência. Tive um encontro com Hélcio Lange em que dei "graças" por quanto me foi dado viver. Um serão em descanso, familiar. Nada me faria pensar que, acordando para  a realidade, acordaria triste.
"O reino dos céus sofre violência e são os violentos que se apoderam dele" Mateus 11:12. Vejo nisto uma "tentação", como uma armadilha ou uma ratoeira, na falta de uma melhor tradução. Vejo nisto uma "pedra de tropeço"...
Aqui chegado: maturidade! Basta de medos, de cautelas, ansiderades. A tamaturida é suficiente.
(...)
Tive um "break down" emocional. Nem sei bem porquê. Como um adensar nebuloso de causas, motivos, circunstâncias.
Falo com Isabel Carvalho. Falo, depois, com uma das minha colaboradoras. É a segunda sugerir, no espaço de alguns meses, é certo, que necessito de acompanhamento médico, leia-se "psi". O que revelo? Como pode esta questão ser vista em contexto de trabalho e não ser evidente noutros contextos? Confunde-me, siceramente. Não desdenahria de avançar para "tratamento" se admitisse que, ralmente, é disso que se trata. Mas não estou seguro disso, nem me parece que sejoa o caso.
(...)
Registo apenas que se torna cada vez mais pequeno o meu círculo de confiança. À medida que a idade avança, é como se não fizesse novos amigos e como se, os poucos apoios que me ficaram, da derrocada profissional que sofri nos anos 2009/2011, também estes, se desvanescessem.
(...)
Gostaria de ter tempo para aprofundar a teoria dos "limites" (ou fronteiras) tal como a oferece Henry Cloud. Infelizmente não tenho disponibilidade de tempo e a possibilidade de um acompanhamento profissional (online) é cara, de um ponto de vista monetário. Mas também gostaria de perceber em que medida seria convniente entender melhor - aprofundar - o conceito de Vulnerabilidadde desenvolvido por Brené Brown. Ela parece defender que devemos "conviver" com a fragilidade, assumi-la. Isto pressupõe, em alguma medida, exibi-la. Ou, no mínimo, não a esconder.
(...)
Da conversa havida com uma das minhas colaboradoras concluí que há um renovado apelo à minha maturidade. Parece-mme um convite a que "cresça". Isto implica libertar-me, "soltar amarras"! Recordo um poema que escrevi, há décadas, recorrendo a esta mesma expressão. Vou-me desprendendo. Vou abandonando os desígnios profissionais. Seria mais justo que não me sentisse tão pressionado. Seria mais justo, para todos, que eu me sentisse mais seguro, mais maduro, não tão vulnerável relativamente ao que outros possa pensar [de mim e dos meus propósitos].
Não sei que estratégia adotarei daqui em diante, mas sei que não posso permanecer preso aos desígnios do passado. Como um adito, tenho dificuldade em adotar novos comportamentos num ambiente onde permaneço há 35 anos! É um verdadeiro desafio para mim reinventar o meu trabalho, reinventar o meu papel naquele contexto, habituar-me a ser, mais e mais, Eu e só Eu sem temores infantis. Ao escrever estas palavras sinto-me "cheio de força", mas sei que não é assim nas 5 a 7 horas diárias que vivo entre aquelas paredes. Como estou longe de 1990, de 1993! Que é feito desse jovem de 35 anos? Onde está? Para onde foi enviado?

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por JNobre

Sábado, 31.12.16

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É preciso estar preparado para, a qualquer momento, lidar com a vergonha. Abraça-la, entregar-se a ela, desmontando o mito que a encerra.

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por JNobre

Sábado, 31.12.16

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Sinto-me, amiúde, esmagado pelo que designo por "hostilidade". Como sentir embaraço,  vergonha, ou constrangimento emocional, também a capacidade do ser humano se "indignar" e partir para a "agressão" é notável. É verdade ainda que sinto, frequentemente, uma espécie de hipersensibilidade que me faz "sofrer", de uma forma estranha e algo inútil. Mas é isso que experimento e, assim sendo, escrevo-o, na expectativa de melhor me compreender e (re)agir.

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por JNobre

Sábado, 31.12.16

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Percebo (ou não percebo ainda) que a realidade mudou. Porém, não mudaram (ainda) os meus paradigmas. É preciso abandonar a "ganga" que até agora me serviu. É preciso ter a humildade de "começar de novo"; aceitar pôr em causa todo e qualquer principio. Tudo considerar, esperar, para tudo rever.

Agarrar-me ao que julgo saber não é sensato, não é inteligente,  não é sábio. Hoje é, uma e outra vez, o primeiro dia.

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por JNobre

Sexta-feira, 30.12.16

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Sinto-me frustrado. Custa-me escrevê-lo mas, as contrariedades de hoje, parecem-me tão inverosímeis, como se eu, com esta idade e experiência, merecesse melhor. Estou triste mas de uma tristeza comum, espero que "realista", de pés bem assentes no chão. 

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por JNobre

Quarta-feira, 03.08.16

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[Narcissists] tend to be totally absorbed in fantasies of success, power, brilliance, beauty, and other achievements and qualities. They believe they are special; as a result, they believe they can only be understood and appreciated by people who are - or organizations that are - also special. Consequently, narcissists have unreasonable expectations of people and situations. They feel they are entitled to favorable treatment and unquestioning compliance with their hopes and expectations. Other people are supposed to acquiesce to their wishes. Further, they exploit friends, acquaintances, and associates, taking advantage of others to secure their own desires. They tend to be haughty and arrogant, convinced that others are, or should be, envious of them.

Fonte: http://www.psytalk.info/articles/narcissist.html

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por JNobre

Terça-feira, 26.01.16

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Ouço um excerto de uma intervenção de Bill Hybells. Nos seus inúmeros contactos com líderes, percebe que a grande maioria refere a gestão do tempo como o principal desafio da liderança. Hybells permite-se discordar e eu tendo a concordar com ele: a principal característica do líder é "energizar". Tudo o mais está relacionado com esta capacidade de levar um grupo de trabalho a construir visões e propósitos comuns, partilhados, para alcançar resultados que possam ser celebrados.

Mas uma outra ideia, relativa à gestão do meu dia-a-dia, me ocorre esta manhã: é possível que tenha que assumir os dias privilegiados, de atendimento público, como sendo a segunda e a sexta-feiras, contrariando o que há muito era a minha ideia. Com efeito, tenho verificado que o primeiro e o último dias úteis da semana constituem como "dias de emergência" onde muitas pessoas tendem a concentrar o essencial da sua atividade. Assim sendo, irei tentar concentrar as dimensões estratégicas da minha prestação nos restante dias de semana: terça, quarta e quinta-feira.

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por JNobre


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